Entre a vida e a morte há apenas
o simples fenómeno
de uma subtil transformação. A morte
não é morte da vida.
A morte não é inação, inutilidade.
A morte é apenas a face obscura,
mínima, em gestação
de uma viagem que não cessa de ser. Aventura
prolongada
desde o porão do tempo. Projectando-se
nas naves inconcebíveis do futuro.
A morte não é morte da vida: apenas
novas formas de vida. Nova
utilidade. Outro papel a desempenhar
no palco velocíssimo do mundo. Novo ser-se (comércio
do pó) e não se pertencer.
Nova claridade, respiração, naufrágio
na maquina incomparável do universo.
Publicada por
kuki kuki
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07:29
Um dia nos correios, os carteiros estavam separando as cartas para enviarem.
Uma das cartas estava endereçada para DEUS, e um dos carteiros disse:
- "Como vamos mandá-la para o céu? Já sei, vamos abrir a carta e vamos ver se conseguimos ajudar esta pessoa."
A carta era de um menino. E na carta estava escrito:
- "Senhor Deus, meu pai está desempregado, sem dinheiro, e tem que
sustentar a minha mãe, minha irmã, e eu. As contas estão atrasadas... por favor,mande-me mil euros."
Sentindo muita pena, os carteiros fizeram uma vaquinha e arrecadaram
oitocentos euros, não tinham mil, mas mesmo assim mandaram a carta de volta para o menino, com os oitocentos euros.
Na outra semana, o menino mandou mais uma carta para o correio:
- "Muito obrigado Senhor meu Deus, mas da próxima vez mande um cheque porque os bandidos desses carteiros roubaram-me duzentos euros...."
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kuki kuki
à(s)
07:12
